segunda-feira, 16 de agosto de 2010
CAMPANHA COMEÇA A GANHAR AS RUAS
EM FIM COMEÇOU A MUDANÇA DO D'AMPEZZO
quinta-feira, 29 de julho de 2010
Marta Suplicy visita São Vicente
Acompanhada do secretário de Habitação de São Vicente, Alfredo Martins, e do vereador Leo Santos (PSB), a candidata ao Senado Marta Suplicy (PT) visitou nesta quarta-feira (28/07) a maior favela da Baixada Santista, a México 70.
Graças aos investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), a México 70 será erradicada: não haverá mais palafitas e toda a área estará urbanizada em dois anos.
quarta-feira, 28 de julho de 2010
MINHA CASA MINHA VIDA: MAIS 540 NOVOS APARTAMENTOS
É importante ressaltar que estes investimentos estão sendo realizados sem contrapartida financeira do município, o papel da Secretaria de Habitação tem sido o de agilizar e desburocratizar os procedimentos no município para a aprovação dos projetos, assim como identificar áreas que possam ter destinação habitacional e situação jurídica e fiscal da terra.
sexta-feira, 16 de julho de 2010
O melhor semestre para o emprego
Para o ministro, estamos vivendo um período de acomodação nos números, onde alguns setores como construção civil devem frear o crescimento na criação de empregos. "Nós temos alguns setores como construção civil que estão terminando obras, férias escolares, proibição de contratação de servidor público por força da Lei Eleitoral. Tudo isso afeta o caminho da geração de emprego".
Mas, mesmo assim, Lupi acredita que o segundo semestre será também o melhor da história. "A economia continua crescendo. O Brasil viverá um dos melhores segundo semestres da história", disse. O ministério calcula a criação de mais 1 milhão de empregos para o próximo semestre.
Somente no mês passado, 212.952 empregos foram criados, o segundo melhor na série histórica. Só perdeu para junho de 2008, onde o Brasil gerou 309.442 postos. Nos últimos 12 meses, verificou-se a criação de 2.168.924 postos de trabalho, equivalente à expansão de 6,71% no contingente de empregados no país, que hoje tem o contingente de 34.474.339 trabalhadores com carteira assinada.
"Os números do Caged mostram que a geração de empregos no Brasil continua crescendo substancialmente. É a prova inequívoca de que estamos no caminho certo", comentou Lupi. No primeiro semestre de 2010, seis dos oito setores da economia registraram recorde absoluto neste semestre. Os 25 subsetores expandiram o nível de emprego, com 16 deles apresentando saldos recordes para o período.
"As indústrias metalúrgica e calçadista, subsetores que mais demitiram durante a crise, foram os que mais contrataram este ano, ficando bastante acima da média de crescimento, em termos absolutos e proporcionais, respectivamente. Teremos um segundo semestre de crescimento geral, com índices bem próximos aos registrados no segundo semestre de 2009; e prevejo um período muito bom para a Indústria da Transformação", comentou o ministro Lupi.
Reflexos do governo Lula
O desempenho do primeiro semestre reflete as medidas tomadas pela equipe econômica do governo Lula para conter a crise, na opinião da economista Zeira Camargo, do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE).
Um dos setores que obteve maior crescimento foi a metalurgia, com 6% de aumento. "Esse foi um setor que mais sofreu com a crise e se compararmos o período de outubro 2008 (auge da crise) a julho de 2009 (começo da recuperação), quando perdemos 212 mil empregos, percebemos que já recuperamos o total perdido e há um saldo positivo de 2 mil postos."
Para Zeira, a reação imediata do governo brasileiro foi fundamental para recuperação. Ela citou a redução do impostos para veículos e a chamada linha branca (geladeira, máquina de lavar). Outra medida importante foi a facilidade de crédito e o estímulo do governo. "Quando o presidente vai a televisão e pede para a população comprar, isso é muito importante", diz.
O movimento sindical, na opinião de Zeira, também teve um papel importante na recuperação. "Percebemos o tamanho do problema e nos mobilizamos para reduzir os impactos. Propomos férias coletivas no auge da crise, banco de horas e, em muitos casos, adiaram as demissões ou até evitaram perdas de postos".
Se preparem porque vamos ter mais casas e mais inclusão bancária
Ele lamentou o fato de o país ter ficado durante mais de duas décadas sem investimentos públicos. Segundo ele, pelo menos duas gerações se perderam e alguns profissionais, em especial, engenheiros optaram por outras atividades por ausência de emprego. O presidente explicou que a situação no país mudou e nos dias atuais a população tem mais perspectivas de vida. E essa mudança decorrer daquilo que o governo vem promovendo, como por exemplo, o programa Minha Casa, Minha Vida, que na primeira edição deve concluir com um milhão de moradias contratadas e, na segunda etapa, mais dois milhões de habitações devem passar pela aprovação da Caixa.
"Não há mais perspectivas de retrocesso porque o povo aprendeu a ter autoestima", disse o presidente.
O presidente elogiou a virada que a Caixa deu nos últimos anos. Segundo o balanço apresentado pela presidente da instituição, Maria Fernanda Ramos Coelho, por exemplo, a CEF tinha, em 2003, 1,1 milhão de correntistas no programa Conta Fácil e, no primeiro semestre de 2010, já chegou a 10,1 milhões de contas. De acordo com o balanço da Caixa, em junho de 2010 o pagamento de benefícios bancários atenderam a 12,5 milhões de famílias.
"Os números colocados ali mostram não apenas que temos uma outra Caixa, mas um outro país", afirmou o presidente.
segunda-feira, 12 de julho de 2010
Minha Casa Minha Vida alcança mais de 500 mil unidades contratadas
“Foi um desafio audacioso”, declarou Fortes sobre a implementação do PMCMV. “Operacionalizamos o programa rapidamente, ajustando procedimentos na Caixa, no setor privado. Mudamos regras de licenciamento, custos cartoriais, destinação de terrenos”, acrescentou o ministro.
Durante a entrevista, que também tratou das enchentes que atingem o nordeste, Fortes de Almeida lembrou que o programa é um instrumento ágil para atender famílias que perderam suas moradias em decorrência de enchentes. “A ocupação dessas áreas ocorreu em um passado em que não se planejava ou fiscalizava, em que não se discutiam planos diretores para os municípios”, afirmou.
Marcio Fortes observou que o PMCMV sempre previu atendimento a famílias residentes em áreas de risco, colocando a equipe da Secretaria Nacional de Programas Urbanos do Ministério das Cidades à disposição de prefeituras e governos estaduais para auxiliar na análise de adequação de terrenos para a construção de moradias.
Novos recursos – Durante a entrevista, Marcio Fortes ressaltou a importância da segunda etapa do PAC e do PMCMV. No PAC 2, R$30 bilhões serão destinados à urbanização de favelas, sendo que 30% desse valor será utilizado na construção de novas moradias. Os investimentos previstos para o PMCMV 2 estão previstos em R$ 111 bilhões. “Vale lembrar que o PAC 2 vai investir R$ 1 bi para remanejar moradores de áreas de risco”, apontou o ministro.
Fonte: Ministério das Cidades
terça-feira, 6 de julho de 2010
AGORA É PRA VALER!
sexta-feira, 2 de julho de 2010
SÁ CATARINA DE MORAES AGORA É LEGAL
segunda-feira, 12 de abril de 2010
DEP. ARLINDO CHINAGLIA VISITA SÃO VICENTE
Durante agenda extensa pela região, o Deputado Federal Arlindo Chinaglia (PT/SP), visitou a cidade de São Vicente, onde foi recebido pelo Prefeito Tercio Garcia (PSB) e pelos Secretários Alfredo Martins, Brito Coelho e Emerson dos Santos. Após visita ao Gabinete do Prefeito, o Deputado seguiu para a Secretaria de Habitação onde conversou com a equipe e conheceu os projetos habitacionais em andamento na cidade, inclusive obras que contém recursos destinados por ele.
BATE PAPO
Ainda durante sua visita à cidade, o Deputado se reuniu no Buffet Brunelli com dezenas de militantes e lideranças comunitárias para conversar sobre diversos assuntos, entre eles a exploração e produção do Pré Sal. Estiveram presente, a vereadora de Santos e pré candidata à Assembléia Legislativa, Telma de Souza, o vereador santista, Adilson Junior, o presidente do PT vicentino, Irineu Bertozzo, o assessor do senador Aloizio Mercadante, Francisco Neto e o vereador Jura, pré candidato à Assembléia, além dos secretários Alfredo Martins, anfitrião do evento, Brito Coelho e Emerson dos Santos.
segunda-feira, 29 de março de 2010
PAC E MINHA CASA MINHA VIDA AGITAM HABITAÇÃO EM SÃO VICENTE
Ao invés de obras paradas e acertos burocráticos, normalmente vistos quando se fala em habitação, São Vicente vive um momento diferente. Neste ano, diversos conjuntos habitacionais começaram a ser construídos para reduzir o déficit habitacional de 19 mil famílias na cidade, em especial, cerca de 9 mil que vivem em cima de palafitas.
Em companhia do Secretário de Habitação de São Vicente, Alfredo Martins, a equipe do Jornal Vicentino esteve em algumas obras que estão sendo realizadas na cidade, do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e do Programa Minha Casa Minha Vida (PMCMV) ambos do Governo Federal.
Todas as obras do PAC têm como objetivo resolver definitivamente a vida de 1.417 famílias do México 70, considerada a maior favela da região.
No total, são R$ 99,3 milhões em investimentos, sendo R$ 83,3 milhões provenientes do PAC e outros R$ 16 milhões do Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social (FNHIS).
Nos próximos dias, 200 apartamentos do Conjunto D´Ampezzo, no Samaritá, Área Continental, serão entregues pela Prefeitura. Os prédios que chegaram a ficar abandonados como os Conjuntos Penedo e Primavera já estão prontos para serem utilizados, aguardando apenas documentação vinda da Caixa Econômica Federal.
Os apartamentos possuem sala, dois quartos, cozinha, banheiro e área de serviço, além de terem à disposição no conjunto, churrasqueiras, salão de festas, playground e estacionamento.
BITARÚ
O Jornal Vicentino também esteve nas obras que estão sendo realizadas atrás do Centro de Convenções de São Vicente e próximo às futuras instalações do Teatro Municipal de São Vicente. Chamado Bitarú I, trata-se de 176 casas sobrepostas, que já estão sendo levantadas, com as obras seguindo a todo vapor.
Segundo o secretário, Alfredo Martins, a intenção é entregar as primeiras casas ainda neste ano.
Na próxima semana também já serão iniciadas no Conjunto Bitarú II. Também atrás do Centro de Convenções, são mais 416 apartamentos que serão construídos. O secretário de habitação explica que depois que forem transferidos os moradores da Avenida Brasil para o local, que poderão ser construídas as novas unidades no próprio México 70.
JARDIM RIO BRANCO
Completando as obras do PAC, está o Conjunto Habitacional que está sendo construído no Jardim Rio Branco. As obras também já começaram, como apurou o JV. A intenção da Prefeitura também é entregar as primeiras unidades ainda neste ano. No total, são 600 apartamentos que serão feitos no local, com o mesmo padrão dos outros conjuntos, com área de lazer, playground, churrasqueira e estacionamento no subsolo.
“Neste ano já entregaremos bastante apartamentos, mas em 2011, com certeza, será o grande ano da habitação na cidade, com a entrega de centenas de moradias”, afirmou Alfredo.
OBRAS DO MINHA CASA MINHA VIDA, TAMBÉM JÁ COMEÇARAM
Do lado do conjunto D´Ampezzo no Samaritá, também já foram iniciadas as obras do Programa Minha Casa Minha Vida, do Governo Federal. No início do ano que vem já devem ser entregues os primeiros 500 apartamentos do programa, que também terão um padrão parecido com o dos outros conjuntos habitacionais.
No bairro Tancredo Neves, Área Insular, serão construídas outras 1.120 unidades, mas não contam com previsão de início. Por contar com um extenso terreno, a área abrigará espaço para obras do PAC, também pertencente ao Governo Federal. “Na questão de licenciamento, as obras do PAC tem prioridade para serem aprovadas. E por isso as obras do Minha Casa Minha Vida devem ser iniciadas depois”, explica Alfredo.
O secretário adianta que novos terrenos estão sendo adquiridos para obras na Área Continental. “Nossa meta é chegar até 3 mil moradias “. Em São Vicente, 17 mil famílias estão cadastradas pelo PMCMV. “Primeiro vamos atender a demanda dirigida, que são as pessoas que moram em palafitas, e depois para famílias que moram de aluguel”.
Alfredo também revelou que hoje, se houvesse dinheiro para sanar todo o déficit habitacional da cidade, não haveria local disponível. “Há áreas que não são legalizadas, por isso, nossa meta também é a regularização de lotes na cidade”
Fonte: Jornal Vicentino
sexta-feira, 26 de março de 2010
A Casa do Brasileiro
Não é sensato se pensar em sociedade minimamente estruturada, com justiça social e distribuição de renda, se alguns de seus pilares básicos não estão solidamente firmados: saúde, educação, emprego e moradia. E o governo do presidente Lula tem sido impecável na atenção a todas essas áreas extremamente sensíveis do tecido social brasileiro. A tal ponto que a própria ONU reconhece essa profunda transformação no Brasil que todos estamos construindo com solidariedade humana e fé no futuro.
A continuidade do programa “Minha Casa, Minha Vida”, sem sombra de dúvidas, é de vital importância para que tiremos mais vários milhões de irmãos de condições precárias de habitação para casas confortáveis, bem construídas, bastante diferentes do padrão até pouco tempo existente em se tratando de espaço e área útil, além das facilidades de crédito da Caixa Econômica Federal e da imensa cadeia produtiva que se estabelece com o programa que se está implementando. Empresas de construção contratando milhares de trabalhadores em todos os Estados, gerando impostos, movimentando a indústria e o comércio, solidificando o ciclo virtuoso vivido pela economia brasileira na Era Lula, além da entrega a cada dia de milhares de unidades habitacionais nas mais longínquas cidades desse país-continente.
Só Deus sabe a tranqüilidade de espírito de uma Mãe e um Pai de família que podem partir para o trabalho com a chave de sua casa no bolso, sabendo que oferecem à família uma habitação digna, com condições de conforto e de higiene que incidem diretamente na vida escolar, na capacidade cognitiva dos filhos, enfim, no futuro de nosso país.
Mas o programa habitacional desenvolvido pelo governo Lula, e desdenhado em parte ou relegado a plano inferior por administrações anteriores, é financiado por essa extraordinária poupança popular, vinda do esforço do próprio trabalhador, através do FGTS, cujos recursos bilionários movimentam a construção civil e o saneamento básico em nosso país.
Não existe um único caso de reparo ou fracasso no exitoso programa habitacional desenvolvido sem barulho e sem propaganda pelo governo Lula. Foi preciso que a ONU reconhecesse que 10 milhões de brasileiros deixaram as favelas e vivem em condições bastante melhores, exercendo sua cidadania em plenitude, para que a imprensa internacional noticiasse mais essa vitória de um governo que erradicou a fome, o desemprego e caminha a passos largos para fazer o mesmo com o analfabetismo em nosso Brasil. Isso é a mobilidade social e o nascimento de um novo país.
Existe uma tendência, defendida e executada inclusive nos países europeus, de que não e pode “confinar” a população mais simples em bairros distantes, ou construir conjuntos habitacionais sem estruturas de vida comunitária próprias (recreação, comércio local, educação e saúde, transporte fácil, áreas de lazer). Pois o “Minha Casa, Minha Vida”, sem qualquer alarde, só aprovou projetos que contemplassem condições assim, de habitação humanizada, com um panorama estrutural exatamente como aquele que os bairros de classe média de países da Europa possuem. Ou a popularidade do presidente Lula e a altíssima aprovação de seu governo não são fruto de uma gestão correta e competente?
O Brasil sediará uma Copa do Mundo de Futebol e será sede das Olimpíadas e os olhos do mundo estarão fixados num país que sempre exportou talentos e beleza. Vamos mostrar aos que nos visitarem e aos que nos assistirem via satélite, um Brasil muito melhor, bastante mudado, onde ainda existem favelas, palafitas, mocambos e alagados. Mas já não é lá onde a maioria de nossos irmãos mais humildes vive com suas famílias. E até lá, com certeza, será muito menos ainda.
Porém, muito mais importante do que isso, é saber que a cada novo ano do governo de transformações sociais do presidente Lula, milhões de brasileiros tem um teto, uma casa própria, trabalham em paz, deixam seus filhos em segurança em boas escolas, se sentem mais cidadãos, amam mais o país em que nasceram e está sendo menos injusto para com eles.
Fonte: Site do Companheiro Delúbio
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
Fazendinha Geral
Sá Catarina de Moraes
Comeca será integrada ao bairro
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
Governo Serra despreza programa federal de moradia popular
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Começam as obras do Minha Casa Minha Vida
De acordo com o secretário de Habitação Alfredo Martins, a cidade começa 2010 com um saldo muito positivo na área habitacional, “serão mais de 500 unidades entregues para a população e ainda demos início à construção de mais 1192 pelo programa de erradicação de palafitas (PEP)”.
O município de São Vicente hoje é sem dúvida o que mais investe em habitação popular.
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
O sonho da casa própria para mais 200 famílias
Em janeiro serão entregues mais 200 apartamentos no Conjunto D’Ampezzo em Samaritá. Serão beneficiadas as famílias que hoje moram em palafitas no México 70.
O conjunto já está pronto e terá contas de água, luz e gás individualizadas por apartamento, além de quatro churrasqueiras, salão de festas e quadra de esportes para os moradores.
Com a transferência das famílias, será possível começar a urbanização da franja do mar naquela área e o asfaltamento da Av. Brasil, com a urbanização do Canal do Acúmulo.
Onde hoje estão as palafitas, haverá em breve calçadão com ciclovia, centro comercial e jardim. Essa obra com certeza trará nova vida e confiança no futuro aos moradores.
De acordo com o Secretário de Habitação Alfredo Martins, “2010 será o ano da habitação em nossa cidade”.